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	<title>parruda.net &#187; xen debian etch virtualização maquina virtual hyperviso</title>
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	<description>Dicas sobre Linux, iPhone, e o que mais eu puder ajudar</description>
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			<item>
		<title>Virtualização com XEN no Debian Etch</title>
		<link>http://parruda.net/2008/07/19/virtualizacao-com-xen-no-debian-etch/</link>
		<comments>http://parruda.net/2008/07/19/virtualizacao-com-xen-no-debian-etch/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 20:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Arruda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobra]]></category>
		<category><![CDATA[xen debian etch virtualização maquina virtual hyperviso]]></category>

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		<description><![CDATA[
INTRODUÇÃO

O objetivo deste tutorial é mostrar as instruções passo a passo para instalar o XEN em um Debian Etch pré instalado (sistema básico) e com os repositórios corretamente configurados. Todos os programas utilizados se encontram no repositório do Etch, logo, não será feito uso de arquivos externos, tão pouco será necessário compilar alguma coisa.
Antes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><strong>INTRODUÇÃO</strong></li>
</ul>
<p>O objetivo deste tutorial é mostrar as instruções passo a passo para instalar o XEN em um Debian Etch pré instalado (sistema básico) e com os repositórios corretamente configurados. Todos os programas utilizados se encontram no repositório do Etch, logo, não será feito uso de arquivos externos, tão pouco será necessário compilar alguma coisa.</p>
<p>Antes de começarmos, vamos a algumas definições utilizadas neste tutorial:</p>
<p><strong>Dom0</strong> -&gt; Máquina hospedeira (host), onde será instalado o Xen Hypervisor</p>
<p><strong>DomU</strong> -&gt; Máquinas virtuais, abreviando Unprivileged Domain</p>
<p><strong>LVM</strong> -&gt; Acrônimo para a expressão inglesa <em><strong>Logical Volume Management</strong></em> para designar um padrão de gerenciamento de partições em disco IDE/SCSI/FC. Foi desenvolvido inicialmente pela IBM, seguindo-se outras empresa e instituições, como HP e a <span class="mw-redirect">Open Group</span>.</p>
<p>Ao contrário do método tradicional de particionamento, a implementação <strong>LVM</strong> cria um grande disco virtual, que pode inclusive ter mais de um dispositivo de armazenamento, e <em>divide</em> em <em>partições virtuais</em>. A grande vantagem é permitir o redimensionamento das áreas de modo dinâmico, ou seja, com o sistema operacional sendo utilizado. <em>(fonte Wikipédia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LVM" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/LVM</a>)</em></p>
<ul>
<li><strong>INSTALAÇÃO</strong></li>
</ul>
<p>Depois de se logar em um console (modo texto) como ROOT, vamos começar com o Kernel, libc e todas as ferramentas necessárias para o funcionamento do XEN:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# apt-get install linux-image-2.6-xen-vserver-686 xen-hypervisor-3.0.3-1-i386-pae xen-tools xen-linux-system-2.6.18-4-xen-vserver-686 linux-headers-2.6-xen-vserver-686 libc6-xen bridge-utils lvm2</p></blockquote>
<p>Agora já temos o XEN Hypervisor instalado, assim como o seu Kernel &#8220;patcheado&#8221;.</p>
<p>Antes de dar o boot no novo Kernel é necessário alterar algumas configurações em /etc/xen/xend-config.sxp para que a rede  das máquinas virtuais funcionem em modo bridge</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# vim /etc/xen/xend-config.sxp</p></blockquote>
<p>Altere a linha</p>
<blockquote><p>(network-script network-dummy)</p></blockquote>
<p>para</p>
<blockquote><p>(network-script network-bridge)</p></blockquote>
<p>Agora vamos reiniciar o sistema pelo Kernel do XEN.</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# reboot</p></blockquote>
<p>Dentro do novo sistema, vamos conferir como ficaram as interfaces de rede pelo comando <em>ifconfig</em>:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# ifconfig<br />
eth0       Encapsulamento do Link: Ethernet  Endereço de HW 00:E0:7D:FB:DA:26<br />
inet end.: 172.16.1.66  Bcast:172.16.1.255  Masc:255.255.255.0<br />
endereço inet6: fe80::2e0:7dff:fefb:da26/64 Escopo:Link<br />
UP BROADCASTRUNNING MULTICAST  MTU:1500  Métrica:1<br />
RX packets:345 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0<br />
TX packets:111 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0<br />
colisões:0 txqueuelen:0<br />
RX bytes:37628 (36.7 KiB)  TX bytes:15052 (14.6 KiB)</p>
<p>lo         Encapsulamento do Link: Loopback Local<br />
inet end.: 127.0.0.1  Masc:255.0.0.0<br />
endereço inet6: ::1/128 Escopo:Máquina<br />
UP LOOPBACKRUNNING  MTU:16436  Métrica:1<br />
RX packets:8 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0<br />
TX packets:8 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0<br />
colisões:0 txqueuelen:0<br />
RX bytes:560 (560.0 b)  TX bytes:560 (560.0 b)</p>
<p>peth0      Encapsulamento do Link: Ethernet  Endereço de HW FE:FF:FF:FF:FF:FF<br />
endereço inet6: fe80::fcff:ffff:feff:ffff/64 Escopo:Link<br />
UP BROADCASTRUNNING NOARP  MTU:1500  Métrica:1<br />
RX packets:492 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0<br />
TX packets:122 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0<br />
colisões:0 txqueuelen:1000<br />
RX bytes:47544 (46.4 KiB)  TX bytes:16658 (16.2 KiB)<br />
IRQ:19 Endereço de E/S:0xe400</p>
<p>vif0.0     Encapsulamento do Link: Ethernet  Endereço de HW FE:FF:FF:FF:FF:FF<br />
endereço inet6: fe80::fcff:ffff:feff:ffff/64 Escopo:Link<br />
UP BROADCASTRUNNING NOARP  MTU:1500  Métrica:1<br />
RX packets:111 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0<br />
TX packets:345 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0<br />
colisões:0 txqueuelen:0<br />
RX bytes:15052 (14.6 KiB)  TX bytes:37628 (36.7 KiB)</p>
<p>xenbr0     Encapsulamento do Link: Ethernet  Endereço de HW FE:FF:FF:FF:FF:FF<br />
endereço inet6: fe80::200:ff:fe00:0/64 Escopo:Link<br />
UP BROADCASTRUNNING NOARP  MTU:1500  Métrica:1<br />
RX packets:202 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0<br />
TX packets:0 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0<br />
colisões:0 txqueuelen:0<br />
RX bytes:20653 (20.1 KiB)  TX bytes:0 (0.0 b)</p>
<p>lab04est011:~#</p></blockquote>
<p>peth0 -&gt; interface utilizada para fazer o bridge entre as interfaces virtuais e a interface real</p>
<p>vif0.0 -&gt; interfacel utilizada para que o Dom0 se comunque com a rede.</p>
<p>xenbr0 -&gt; bridge que contém peth0 e vifX.Y</p>
<p>Cada interface de rede de cada máquina virtual criada terá uma interface correspondente no Dom0, chamada de vifX.Y, onde X representa o domínio e Y o número da placa de rede da máquina virtual. Resumindo, a primeira interface de rede da terceira máquina virtual se chamaria vif2.0 no Dom0. A segunda interface de rede da primeira máquina virtual se chamaria vif1.1 no Dom0. E por aí vai&#8230; lembre-se que a contagem começa com 0 (zero).</p>
<ul>
<li><strong>CRIANDO O SISTEMA BASE (MODELO)</strong></li>
</ul>
<p>Vamos gerar um sistema base do Debian e usá-lo como modelo para esta e futuras máquinas virtuais que venham a ser criadas. Para fazer isso, utilizamos a ferramenta <em>debootstrap</em>.</p>
<p>O <em>debootstrap</em> cria  uma instalação do Debian (apenas sistema base) em um diretório. Vamos criar uma pasta para receber este sistema base.</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# mkdir base</p></blockquote>
<p>O debootstrap precisa de uma fonte para baixar os arquivos do sistema básico do debian. Podemos usar o próprio CD1 de instalação do Debian, ou até mesmo um repositório online. Neste tutorial vamos utilizar o CD1 do Debian.</p>
<p>Insira o CD1 do Debian Etch na unidade de cdrom e monte-o em /mnt:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# mount /dev/cdrom /mnt</p></blockquote>
<p>Agora vamos criar o sistema base na pasta &#8220;base&#8221;. Esta operação pode demorar um pouco:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# debootstrap etch base file:/mnt</p></blockquote>
<p>E desmontamos o cdrom</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# umount /dev/cdrom</p></blockquote>
<p>Precisamos configurar alguns arquivos da base que não veem configurados pelo debootstrap. Vamos utilizar os arquivos do Dom0, copiando-os para a base e alterá-los quando necessário, na hora de copiar a base para a partição da máquina virtual:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# cp /etc/fstab base/etc</p>
<p>lab04est011:~# cp /etc/hosts base/etc</p>
<p>lab04est011:~# cp /etc/apt/* base/etc/apt/</p>
<p>lab04est011:~# cp /etc/network/interfaces base/etc/network/</p></blockquote>
<p>É preciso copiar os módulos do Kernel do XEN para o sistema base:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# cp -arpv /lib/modules/2.6.18-6-xen-vserver-686 base/lib/modules/</p></blockquote>
<ul>
<li><strong>CRIANDO AS MÁQUINAS VIRTUAIS</strong></li>
</ul>
<p>O primeiro passo é criar os volumes lógicos que vão abrigar as máquinas virtuais. Desmonte a partição que vai receber os volumes lógicos, caso ela esteja montada. Neste exemplo é /dev/hda3.</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# umount /dev/hda3</p></blockquote>
<p><em>Obs.: Não podemos esquecer de remover eventuais entradas desta pastição no arquivo /etc/fstab !</em></p>
<p>Preparando a partição para receber os volumes lógicos:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# pvcreate /dev/hda3</p></blockquote>
<p>Criando o grupo lógico chamado VM:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# vgcreate vm /dev/hda3</p></blockquote>
<p>Agora vamos criar as partições que vão abrigar nossa primeira máquina virtual (vou chamá-la de VM1). Por questões didáticas de simplificação, criarei a máquina virtual utilizando todos os arquivos em uma única partição. Logo, teremos apenas duas partições: / e SWAP.</p>
<p>Criando a partição &#8220;/&#8221; com 2Gb em /dev/vm/vm1.raiz:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# lvcreate -L2G -n vm1.raiz vm</p></blockquote>
<p>Criando a partição SWAP, com 512Mb em /dev/vm/vm1.swap:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# lvcreate -L512M -n vm1.swap vm</p></blockquote>
<p>Criando o sistema de arquivos EXT3 na partição &#8220;/&#8221;:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# mkfs.ext3 /dev/vm/vm1.raiz</p></blockquote>
<p>Setando a partição /dev/vm/vm1.swap como swapspace:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# mkswap /dev/vm/vm1.swap</p></blockquote>
<p>Agora vamos montar a partição raiz da máquina virtual em /mnt</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# mount /dev/vm/vm1.raiz /mnt</p></blockquote>
<p>E copiar o sistema base para a partição</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# cp -arpv base/* /mnt/</p></blockquote>
<p>Precisamos configurar alguns arquivos na máquina virtual. Mas antes, vamos dar um chroot em /mnt</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# chroot /mnt</p></blockquote>
<p>Agora vamos atualizar o sistema</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# apt-get update</p>
<p>lab04est011:~# apt-get upgrade</p></blockquote>
<p>Instalar o pacote libc6-xen, que resolve o bug das mensagens do kernel</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# apt-get install libc6-xen</p></blockquote>
<p>Agora vamos configurar o /etc/fstab</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# vim /etc/fstab</p></blockquote>
<blockquote><p># /etc/fstab: static file system information.<br />
#<br />
# &lt;file system&gt; &lt;mount point&gt;   &lt;type&gt;  &lt;options&gt;       &lt;dump&gt;  &lt;pass&gt;<br />
proc            /proc           proc    defaults        0       0<br />
/dev/hda2       /               ext3    defaults,errors=remount-ro 0       1<br />
/dev/hda1       none            swap    sw              0       0<br />
/dev/hdb        /media/cdrom0   udf,iso9660 user,noauto     0       0<br />
/dev/fd0        /media/floppy0  auto    rw,user,noauto  0       0</p></blockquote>
<p>Este é o arquivo é uma cópia do /etc/fstab do Dom0, lembra? Precisámos editá-lo para que se adeque à realidade da nossa máquina virtual, que possui apenas 2 partições (raiz e swap). Altere o arquivo para que ele fique como o abaixo:</p>
<blockquote><p># /etc/fstab: static file system information.<br />
#<br />
# &lt;file system&gt; &lt;mount point&gt;   &lt;type&gt;  &lt;options&gt;       &lt;dump&gt;  &lt;pass&gt;<br />
proc            /proc           proc    defaults        0       0<br />
/dev/hda2       /               ext3    defaults,errors=remount-ro 0       1<br />
/dev/hda1       none            swap    sw              0       0</p></blockquote>
<p>Porque escolhemos /dev/hda1 para swap e /dev/hda2 para raiz?? As partições criadas não eram /dev/vm/vm1.raiz e /dev/vm/vm1.swap???</p>
<p>Calma&#8230; isso será explicado no passo de criação do arquivo de inicialização da máquina virtual.</p>
<p>Agora vamos configurar a interface de rede da máquina virtual. edite o arquivo /etc/network/interfaces</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# vim /etc/network/interfaces</p></blockquote>
<blockquote><p># This file describes the network interfaces available on your system<br />
# and how to activate them. For more information, see interfaces(5).</p>
<p># The loopback network interface<br />
auto lo<br />
iface lo inet loopback</p>
<p># The primary network interface<br />
auto eth0<br />
iface eth0 inet dhcp</p></blockquote>
<p>Neste tutorial utilizaremos um IP atribuído por um servidor DHCP. Neste caso, a configuração acima está adequada. No caso de usarmos IP fixo, devemos configurar este arquivo conforme abaixo:</p>
<blockquote><p># This file describes the network interfaces available on your system<br />
# and how to activate them. For more information, see interfaces(5).</p>
<p># The loopback network interface<br />
auto lo<br />
iface lo inet loopback</p>
<p># The primary network interface<br />
auto eth0<br />
iface eth0 inet static<br />
address xxx.xxx.xxx.xxx # ip desejado<br />
netmask xxx.xxx.xxx.xxx # máscara de rede<br />
gateway xxx.xxx.xxx.xxx # ip do gateway</p></blockquote>
<p>No caso de IP fixo, não podemos esquecer de configurar o arquivo /etc/resolv.conf</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# echo nameserver xxx.xxx.xxx.xxx &gt; /etc/resolv.conf</p></blockquote>
<p>Onde xxx.xxx.xxx.xxx é o IP do servidor DNS.</p>
<p>Agora vamos configurar o arquivo /etc/hosts</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# vim /etc/hosts</p></blockquote>
<blockquote><p>127.0.0.1       localhost<br />
127.0.1.1       lab04est011.local     lab04est011</p>
<p># The following lines are desirable for IPv6 capable hosts<br />
::1     ip6-localhost ip6-loopback<br />
fe00::0 ip6-localnet<br />
ff00::0 ip6-mcastprefix<br />
ff02::1 ip6-allnodes<br />
ff02::2 ip6-allrouters<br />
ff02::3 ip6-allhosts</p></blockquote>
<p>Altere-o para que fique como abaixo:</p>
<blockquote><p>127.0.0.1       localhost<br />
127.0.1.1       vm1</p>
<p># The following lines are desirable for IPv6 capable hosts<br />
::1     ip6-localhost ip6-loopback<br />
fe00::0 ip6-localnet<br />
ff00::0 ip6-mcastprefix<br />
ff02::1 ip6-allnodes<br />
ff02::2 ip6-allrouters<br />
ff02::3 ip6-allhosts</p></blockquote>
<p>E por último, vamos definir o hostname com o comando</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# echo vm1 &gt; /etc/hostname</p></blockquote>
<p>E configurar o locales</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# apt-get install locales</p>
<p>lab04est011:~# dpkg-reconfigure locales</p></blockquote>
<p>Selecione os locales que desejar. Neste caso utilizaremos os listados abaixo por questão de compatibilidade:</p>
<blockquote><p>[*] pt_BR ISO-8859-1</p>
<p>[*] pt_BR.UTF-8 UTF-8</p></blockquote>
<p>Depois escolha como padrão &#8220;pt_BR.UTF-8&#8243;.</p>
<p>Agora saímos do ambiente chroot e desmontamos a partição /dev/vm/vm1.raiz</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# exit</p>
<p>lab04est011:~# umount /dev/vm/vm1.raiz</p></blockquote>
<p>Vamos agora criar o script de inicialização da máquina virtual.</p>
<p>Os scripts devem ficar na pasta /etc/xen. Vamos criar um para a nossa &#8220;vm1&#8243;</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# vim /etc/xen/vm1</p></blockquote>
<blockquote><p>name = &#8220;vm1&#8243;<br />
kernel = &#8220;/boot/vmlinuz-2.6.18-6-xen-vserver-686&#8243;<br />
ramdisk = &#8220;/boot/initrd.img-2.6.18-6-xen-vserver-686&#8243;<br />
memory = 128<br />
root = &#8220;/dev/hda2 ro&#8221;<br />
disk = [ 'phy:/dev/vm/vm1.raiz,hda2,w', 'phy:/dev/vm/vm1.swap,hda1,w' ]<br />
vif = [ 'mac=00:00:00:00:00:01' ]</p></blockquote>
<p>E finalmente chegou o momento de ligarmos a máquina virtual.</p>
<p>lab04est011:~# xm create -c vm1</p>
<p>Entre com o usuário root. O sistema não vai pedir senha porque a mesma ainda nao foi criada, então criá-la:</p>
<blockquote><p>vm1:~# passwd</p></blockquote>
<p>E converter o passwd para shadow</p>
<blockquote><p>vm1:~# pwconv</p></blockquote>
<p>E pronto!</p>
<p>Para sair do console da máquina virtual, use a sequência de teclas CTRL+].</p>
<p>Para que a máquina virtual inicia automaticamente a cada boot do Dom0, crie a pasta /etc/xen/auto</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# mkdir /etc/xen/auto</p></blockquote>
<p>E crie links simbólicos apontando para o script de inicialização da máquina:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# ln -s /etc/xen/vm1 /etc/xen/auto/vm1</p></blockquote>
<ul>
<li><strong>ADMINISTRAÇÃO DAS MÁQUINAS VIRTUAIS</strong></li>
</ul>
<p>Abaixo segue uma lista com alguns comandos para administrar as máquinas virtuais:</p>
<p>Desligando uma máquina virtual:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# xm shutdown -H vm1</p></blockquote>
<p>Reiniciando uma máquina virtual:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# xm reboot vm1</p></blockquote>
<p>Desligando abruptamente uma máquina virtual:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# xm destroy vm1</p></blockquote>
<p><em><strong>ATENÇÃO</strong>: Este comando é equivalente ao desligamento abrupto de uma máquina real (ex faltar luz). Só utilize-o em casos extremos, por exemplo, perda de controle da máquina virtual. O uso deste comando poderá causar danos como o corrompimento do filesystem e a perda de dados.</em></p>
<p>Listando as máquinas virtuais que estão ligadas:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# xm list</p></blockquote>
<p><strong></strong>Ao listar as máquinas, poderão aparecer algumas letras que indicam o estado das<br />
mesmas. As principais são:<br />
­ r (running): indica que a máquina está executando alguma tarefa;<br />
­ b (blocked): indica um bloqueio de atividade, geralmente causado por espera para acesso a<br />
dispositivos;<br />
­ p (paused): indica que a VM sofreu pausa (veja a seguir como estabelecer pausa na<br />
execução);<br />
­ s (shutdown): indica que a máquina está em processo de shutdown;<br />
­ c (crashed): indica que máquina sofreu um &#8220;crash&#8221;. Essa situação deve ser do conhecimento<br />
do hypervisor para que o estado &#8220;c&#8221; seja listado;<br />
­ d (dying): indica que a máquina está saindo do ar mas ainda não terminou por algum motivo<br />
temporário. Esse estado geralmente ocorre durate shutdown ou crash da máquina.</p>
<p>Um TOP do sistema e das máquinas virtuais:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# xm top</p></blockquote>
<p>Pausar uma máquina virtual:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# xm pause vm1</p></blockquote>
<p>Tirar a pausa:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# xm unpause vm1</p></blockquote>
<p>Mudar a quantidade de memória da máquina virtual em &#8220;tempo de execução&#8221;:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# xm mem-set vm1 512</p></blockquote>
<p>Para maiores informações, e mais comandos, consulte a documentação do XEN, ou digite:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# man xm</p></blockquote>
<ul>
<li><strong>COMANDOS ÚTEIS PARA MANIPULAR VOLUMES LÓGICOS</strong></li>
</ul>
<p>Listar volumes físicos:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# pvs</p></blockquote>
<p>Remover volumes físicos</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# pvremove /dev/hda3</p></blockquote>
<p>Listar os grupos e as suas informações:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# vgs</p></blockquote>
<p>Remover um grupo de volumes:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# vgremove vm</p></blockquote>
<p>Listar os volumes lógicos definidos:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# lvs</p></blockquote>
<p>Remover um volume lógico:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# lvremove /dev/vm/vm1.raiz</p></blockquote>
<p>Renomear um volume lógico:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# lvrename /dev/vm/vm1.taiz /dev/vm/vm2.raiz</p></blockquote>
<p>Redimensionar um volume lógico:</p>
<blockquote><p>lab04est011:~# lvresize -L -5G /dev/vm/vm1.raiz</p></blockquote>
<p><em>Obs: Ao redimensionar um volume lógico, parte do sistema de arquivos (caso exista) será perdido. Se não houver dados ou sistema de arquivos, bastará formatar o volume lógico (mkfs.ext3 /dev/vm/vm1.raiz, por exemplo). Caso haja dados, a primeira opção será fazer um backup dos mesmos para um posterior retorno. A segunda opção será redimensionar o sistema de arquivos. Para cada tipo de sistema de arquivos haverá um comando próprio para esta ação. É importante ressaltar que o redimensionamento do sistema de arquivos também poderá causar perda de dados.</em></p>
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